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Duelo de titãs

 
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pbrandao
Site Admin


Joined: 01 Apr 2006
Posts: 1426
Location: Corroios

PostPosted: Wed Jun 28, 2006 12:43 am    Post subject: Duelo de titãs Reply with quote

Imaginem que, por hipótese, põem frente a frente, por exemplo, um Barca Velha 1999 da Casa Ferreirinha com um Homenagem a António Carqueijeiro 1999 da Quinta do Monte d'Oiro. Só para apimentar as coisas, aparece pelo meio um Peter Lehmann Stonewell Shiraz Barossa 1995 da Austrália. Pontos comuns: talvez os maiores vinhos portugueses de 1999 e talvez o melhor Syrah português com um dos melhores Shiraz da Austrália.
Quem fica de pé no final do round?
_________________
Abraços

PBrandão
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NR: é mais o tempo que passa em baixo do que o acessível...
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goncas



Joined: 28 Apr 2006
Posts: 323
Location: Carcavelos

PostPosted: Wed Jun 28, 2006 8:32 am    Post subject: Reply with quote

Grande, grande prova!!!
... e um duelo ainda maior por ser a três Wink Laughing

PS: São precisos "padrinhos" para o duelo?
_________________
Saudações enófilas

Nuno Gonçalves
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FBS



Joined: 01 Jun 2006
Posts: 10

PostPosted: Wed Jun 28, 2006 9:27 am    Post subject: Reply with quote

Ihhhhh que violência!

Permitam-me uma citaçãozinha... Wink

Quote:
O Barca Velha, a prova e... as especificações!

Beber bom vinho é um dos mais requintados prazeres da civilização. Mas será que para apreciar um bom vinho, há necessidade de o saber analisar em todos os detalhes, como o fazem os especialistas, a ponto de lhe reconhecer as mais ínfimas especificações?

Participei há pouco tempo, com os notáveis especialistas desta "Revista de Vinhos", numa prova de grandes vinhos tintos portugueses que englobou 28 diferentes produções. Foi um exercício extremamente enriquecedor e reconheci que, como em tudo na vida, há que ter treino e prática para conseguir óptimos resultados. Não é habitual para mim, provar assim tantos vinhos ao mesmo tempo. Isso significa que não estou preparado para, num espaço de tempo tão curto, os poder comparar uns com os outros, classificá-los de uma forma justa e, retendidamente, absoluta. De facto, nunca foi dado a conhecer ao homem o valor do absoluto. Seria fácil se nos vinhos, como em tantas outras coisas, nos fosse dado o privilégio de deter esse conhecimento. Mas de facto, apenas é concedida ao homem a apreciação do valor relativo, ou seja, por comparação nós podemos dizer que este vinho nos sabe melhor que aquele ou, eventualmente, com alguma prática e estudo ir mais longe e dizer que de facto este vinho é melhor que aquele.
Podemos inclusivamente valorar estas afirmações com escalas pontuando, de uma forma todavia comparativa, os vários vinhos em prova. Mas, como é evidente, todos estes sistemas são falíveis e sobretudo subjectivos. Dependem naturalmente do próprio provador, mas também dependem da altura em que são provados, da disposição em que se encontra o provador, de outros factores externos como seja, um dia triste ou um dia alegre, um dia solarengo ou um dia de chuva, o humor e o estado de espírito da altura, a companhia que nos rodeia.

Uma das experiências que mais me marcou nesta prova foi ter degustado pela primeira vez um vinho que, pela prova ser cega, naturalmente eu desconhecia. Trata-se do vinho produzido por Vito Olazabal na sua Quinta do Vale Meão e assim denominado. No meio dos 28 vinhos provados este vinho, não me tendo passado despercebido, não lhe consegui apreciar a verdadeira dimensão. Quando foram revelados os nomes dos vinhos e eu me dei conta que todos os meus companheiros tinham classificado este vinho com uma nota significativamente superior à minha, voltei humildemente a prová-lo.
E, nessa altura, revelou-se toda a pujança e toda a opulência de um grande vinho. Ou seja, algo me tinha escapado aos sentidos quando tentava analisar ponto por ponto (à vista, ao nariz, ao gosto, à harmonia) e me esforçava por classificar cada um destes pontos para poder dar uma nota final. E desta minha análise tentativamente minuciosa resultara um erro de apreciação global.

O prazer de beber vinho

De facto, o vinho não "foi feito" para sofrer análises esmiuçadas de todos os seus componentes. Bem pelo contrário, o vinho foi feito para ser degustado no seu todo, se possível a acompanhar uma refeição adequada, que nos conduza os sentidos para o prazer de lhe apreciarmos as qualidades. Tal como dizia Michael Broadbent, - durante muitos anos o director da secção de vinhos do Christies - "Há uma diferença enorme entre os profissionais e os amadores quando provam o vinho: os amadores provam o vinho para lhe admirar as qualidades, os profissionais provam o vinho para lhe descobrir os defeitos".

Pessoalmente, sempre quis manter-me na prova dos vinhos do lado dos "amadores". Interessa-me muito mais continuar a apreciar-lhes as "qualidades", do que a tentar descobrir-lhes os "defeitos". Embora reconheça que é muito importante esta última acção, que deve ser desempenhada por profissionais competentes que nos podem dar informações utilíssimas para podermos escolher os vinhos que queremos consumir, o meu objectivo é sem dúvida disfrutar todo o prazer que me proporciona um copo de um grande vinho. Daí que me permita recomendar a todos os amantes do vinho que, embora lhes seja utilíssimo perceber a linguagem do mesmo e os factores que compõem as suas características organolépticas, que deveremos deixar a análise exaustiva dessas mesmas características separadamente e ponto por ponto aos provadores profissionais, concentrando-nos nós, os amadores, na prova do vinho como um todo, sem os exageros duma análise demasiado minuciosa.

O barca velha "em prova

Um pequeno grupo de amigos propôs-me no outro dia uma prova peculiar. À volta de uma mesa com culinária requintada, propuseram a abertura de três vinhos para que os "testássemos" entre si: um Barca Velha de 91, um Batuta de 95 e a primeira produção já referida do Quinta do Vale Meão de 99.

Surpreendentemente para eles, recusei a dita prova. Tratava-se seguramente de um desafio extraordinário pois estávamos na presença de três dos maiores vinhos que jamais foram produzidos em Portugal. Mas, precisamente por isso, estávamos perante três campeões cuja prova em simultâneo, ofuscaria seguramente uns contra os outros, mais do que reconhecer-lhes em conjunto as excelentes qualidades de cada um.

Por isso propus que se bebesse apenas um deles nesse jantar e que guardássemos cada um dos outros para novas refeições onde, individualmente, nos congratulássemos com cada um e de "per si" pelas suas extraordinárias qualidades. Assim o fizemos e no fim da experiência os meus amigos deram-me razão. Em vez de um momento de uma competição espúria, deliciámo-nos com cada um dos vinhos a acompanhar belos repastos que nos encheram a boca de prazer e a alma de alegria.

Para o Barca Velha elegemos a "finesse" de um "filet" de borrego previamente lardeado com pequenos paralelipípedos de trufas negras. Estes "filets" foram primeiro "selados" em azeite com uma noz de manteiga, alhos em camisa e tomilho, para serem acabados no forno a 180º C durante alguns minutos. Postos a "descansar" sobre uma grelha, o sabor da trufa expandiu-se pela carne adentro, perfumando-a em consonância com o aroma de alho e tomilho da cozedura.
O resultado não podia ser melhor e foi muito louvado quando o Barca Velha aspergiu esta carne que lhe tinha sido sacrificada. Aquele sabor a esteva tão característico, ressoou ao encontrar-se com o aroma do tomilho e da trufa e monumentalizou a presença do vinho que, quase diria, se ultrapassou a si próprio para ressurgir como o vinho ideal para a ocasião escolhida.

Para o Batuta de 95, esse monumento esculpido pelo Dirk Niepoort, o seu corpo denso mas esplendoroso associando a si próprio um certo ar misterioso que nos surpreende e deslumbra os sentidos, mais aquele soberbo e longo final, levou-nos a procurar parceria culinária numa subtileza garbosa mas que deixasse o vinho exibir-se em toda a sua magnitude. E a escolha caiu num "supremo de faisão" que foi "selado" com banha de ganso para depois vir a ser finalizado no forno, no seu ponto óptimo de cozedura. Com os ossos da ave construiu-se um caldo leve mas bem aromatizado que se reduziu suavemente, para no final ser montado com manteiga gelada e um toque de Vinho do Porto. Acompanhou-se com uma "chartreuse" de couve lombarda, cozida longamente em forno muito brando e montada com "presunto" de pato previamente branqueado em água (para lhe retirar aquela característica "exibicionista" …) e seguidamente picado com a couve. O resultado foi magnífico, com o vinho a tanger toda a sua extraordinária harmonia, tendo por contraponto e em fundo a delicadeza singela mas assumida do faisão.

Por último, encontrámo-nos para nos deleitarmos com o vinho de Vito Olazabal. As noites perdidas em que ele, angustiado, se levantou para provar (e autoconvencer-se) de que tinha construido um vinho com uma arquitectura notável e moderna, foram compensadas pela alegria que o sucesso à primeira vista sempre concede aos que, para o obter, tudo arriscam e a ele se dedicam de alma e coração. Para o mais novo dos três vinhos propusemos, em alternativa à vivacidade e impetuosidade daquele, a austeridade carinhosa dum clássico à portuguesa: uma "Perdiz à Convento de Alcântara" onde, no entanto, algumas transformações foram feitas no sentido de adaptar melhor o prato às virtuosidades do vinho. A marinada teve lugar com vinho tinto, LBV e armagnac que foram antecipadamente fervidos para lhe retirar o álcool e evitar assim "queimar" a delicada carne das perdizes. Depois, as perdizes foram desossadas, recheadas com foie gras cru e acamadas numa cocotte com uma massa constituida por sal integral, clara de ovo, farinha e grãos de pimenta. A cozedura processou-se no forno, perante a protecção da crosta de sal.
O acompanhamento teve lugar com um puré de batatas trufado que exalava aromas terrestres tão a calhar para o vinho da "Quinta do Vale Meão". O molho resultou da redução da marinada montada com um fundo de caça "poivrade".

… E as especificações

O ritmo da vida moderna, a ânsia de tudo experimentar, o querer viver todos os minutos da vida como se fossem praticamente os últimos, conduz a estados arrebatados mas pouco discernidos. A preocupação constante da análise, o querer estar na crista da onda, a obsessão de estar a par das últimas novidades, conduzem, a maior parte das vezes, a estados frenéticos mas dissociados do prazer puro.

A análise objectiva, criteriosa e positiva de um vinho é uma acção que não está ao alcance de todos. Ter uma opinião, sim: qualquer um pode dizer "gosto mais deste ou daquele" - e terá sempre razão naquilo que afirma. Mas ir mais longe, descobrir os porquês intrincados das razões que suportam tais afirmações, já é trabalho de profissionais avisados, com muita esperiência "ad hoc" na degustação de vinhos.

E felizmente temos hoje em Portugal excelentes profissionais, que provam com grande capacidade crítica e isenção. Os seus comentários chegam-nos ao longo do ano através da imprensa especializada, seja nas revistas dedicadas a estes temas, seja em jornais diários ou semanários que mantêm secções especializadas em vinhos. Também já existe a publicação anual de guias e livros de vinhos portugueses, que condensam essas informações preciosas.

Vem a propósito à lembrança uma história passada há muitos, muitos anos com o meu querido amigo Duarte Leal. Não havia então no mercado estes fabulosos aparelhos de alta fidelidade que reproduzem os sons com um rigor e uma qualidade insuperáveis. Mas nessa altura ele, como grande melómano que era, adquiriu para sua casa a aparelhagem mais moderna que era possível encontrar. Não se limitou a adquirir a aparelhagem mais moderna: adaptou também toda uma divisão à audição musical e para isso contratou os melhores especialistas da época. No dia da estreia da nova aparelhagem convidou os amigos, entre os quais eu me encontrava. Para surpresa de nós todos e enorme tristeza do anfitrião, um dos amigos dirigiu-se-lhe em tom quase recriminatório e disparou: - "Então tu vais comprar uma coisa destas quando já há um modelo com mais especificações?". A frase caiu como uma bomba entre nós. Então aquela não era a melhor aparelhagem estereofónica que se poderia adquirir na altura? O Duarte Leal ficou para morrer. A festa esmoreceu, perspassou uma desilusão por todos nós. De facto, mesmo quando a aparelhagem foi ligada e tocou aquelas notas de forma melodiosa e perfeita, surgiu-nos uma suspeição e pareceu-nos que aquele aparelho não debitava o melhor som do mundo.

Teria alguns defeitos, talvez pequenos, mas não era "o mais perfeito". "Notava-se" isso ao ouvir a música, qualquer coisa que ninguém sabia dizer o que era, mas que nos "incomodava" a todos. O Duarte Leal, furibundo, mandou chamar o fornecedor e disparou-lhe à queima-roupa: - "Então você tem a lata de me fornecer um aparelho que me diz ser o mais moderno, o melhor que há no mercado e afinal venho a saber, logo no dia da estreia, que já existe um outro modelo com mais especificações?".
O fornecedor olhou para ele calmamente e acenou com a cabeça em tom afirmativo:
- "É verdade, Duarte, disse ele. É verdade que já saiu um outro aparelho que tem apenas mais um botão e que não adianta nada, mas mesmo nada para a qualidade da música que ambos reproduzem."
Depois, num tom meio irónico, meio sarcástico, deu-lhe uma palmada nas costas e disse-lhe: - "Sabe, Leal, esse seu amigo já não ouve nem aprecia música, já só "ouve" especificações!".

José Bento dos Santos, in "Revista de Vinhos", Janeiro 2002


Abraços,

Francisco
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Rui Miguel



Joined: 26 Apr 2006
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PostPosted: Wed Jun 28, 2006 11:50 am    Post subject: Reply with quote

Caros amigos, fui dos cromos que esteve presente nesse duelo de titãs. Cool

Uma coisa é verdade. A qualidade dos vinhos presentes era tão grande e o prazer que nos proporcionou era tão grande que na maior parte do tempo apenas desfrutámos. Very Happy

Tenho alguns registos, sobre o que senti com cada vinho, mas com toda a sinceridade não faço a mínima ideia como os irei "construir" ou organizar. Existem coisas que não se conseguem descrever.
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Alentejano



Joined: 26 Apr 2006
Posts: 1361
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PostPosted: Wed Jun 28, 2006 1:01 pm    Post subject: Reply with quote

Os Titâns para quem não sabe são uma séri de Deuses que enfrentaram Zeus e os deuses do Olímpo na sua ascensão ao poder, que foram banidos para Tártaro. A batalha que se travou deu por nome de Titanomaquia.
Eu dou como vencedor o António... Cool esse sim um titâ no seu explendor, quando saiu parecia o Colosso de Rodes, um autêntico Hércules no copo, passado mais uns tempos quando voltei a provar estava mais domesticado menos bruto mas mais astuto, digamos um Aquiles em que o seu tendão era ainda a madeira em certa dose...
hoje em dia não o provei mas aposto que seja como o Sigurd. Quanto aos restantes um que mora em Tártaro, e anda numa Barca, reconheço que seja Créos, já uma vez lhe chamei isso e foi corrido por um Deus a sério face a sua pouca estrutura que apresentou.
O que vem da ilha esse podemos dizer que é o mais velho e experiente, já deve ter travado muitas batalhas, ter muitas cicatrizes mas não impede de se mostrar... Oceanus é o seu nome.
Agora com isto tudo, vão pesquisar e encontrar os significados...
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mlpaiva



Joined: 27 Apr 2006
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PostPosted: Wed Jun 28, 2006 1:22 pm    Post subject: Reply with quote

Bem, em analogia com a velha estória do "dilema/trilema", penso que não terá sido um duelo mas um "trielo". Cool

Não tenho nada contra estes desafios e muito menos quanto a qualificar/quantificar as apreciações. Estas limitam-se a atribuir uma pontuação segundo determinados critérios e a hierarquizá-los. Numa boa, numa nice. Very Happy
Como sempre referi, a prova é a foto do momento, reflecte o que ao(s) provador(es) impressionou. Também aqui, a fotogenia é uma virtude. Razz


~~~~~~~~~~~~~~~~~~


Reli, com gosto, o artigo que o Francisco transcreveu da RV, da autoria de seu Pai, pessoa que muito admiro (quase que posso dizer: venero).

Como, na altura (há 4 anos), me pareceu, a comparação é uma falácia: a aparelhagem hi-fi está para a música como o copo está para o vinho. Ambos se limitam a ser meios de transmissão/análise - uma aparelhagem hi-fi não altera a música e um copo não altera o vinho. Mas ambos interferem no nosso modo de apreciação.

Recordo-me, quando há 30 anos, comprei a minha aparelhagem hi-fi, as dúvidas sobre a célula que devia comprar: Shure, Pickering ou Ortofon. Cada uma mais adequada a um determinado tipo de música: jazz, clássica, rock. Bem como a marca das aparelhagens...

Os meios para apreciação/análise dos vinhos são vários, uns bem melhores que outros. Os apreciadores tem gostos/exigências diferentes. Mas não vejo porque não possa haver uma competição (mesmo sabendo que uns são campeões dos 100 metros e outros talhados para a maratona... Very Happy
_________________
Luís Paiva
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pbrandao
Site Admin


Joined: 01 Apr 2006
Posts: 1426
Location: Corroios

PostPosted: Wed Jun 28, 2006 1:24 pm    Post subject: Reply with quote

Foi a melhor prova em que tive a oportunidade de estar. Não tivemos o requinte gastronómico que se lê no texto transcrito pelo FBS (poucos o poderão alcançar Laughing ), mas realmente isso passou quase ao lado, pois desde o início que todos praticamente se entregaram à apreciação dos minutos que tivemos entre nós e com tão reputadas companhias no copo.
Mais importante que ter vencedores do duelo, trielo ou embate, ganhámos todos, mesmo ficando nós KO face aos vinhos.
Só tenho é que agradecer a produtores e aos meus amigos, pelas horas muito bem passadas ontem.
As considerações mais analíticas de cada vinho seguem para o site assim que possível.
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Abraços

PBrandão
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Rui Miguel



Joined: 26 Apr 2006
Posts: 977
Location: Dão, Douro, Alcochete

PostPosted: Wed Jun 28, 2006 2:52 pm    Post subject: Reply with quote

Não houve vencedores, apesar de termos dado notas, o importante foi provar, aliás beber vinhos que raramente se bebem (não há guito).
Todos eles tinham estilos diferentes, mas todos eles de grande categoria.
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