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Prova Ibérica de Vinhos Alvarinhos
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pbrandao
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Joined: 01 Apr 2006
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PostPosted: Thu Jun 29, 2006 1:09 pm    Post subject: Prova Ibérica de Vinhos Alvarinhos Reply with quote

Quote:
Prova Ibérica de Vinhos Alvarinhos

Vinho Verde Alvarinho português foi o grande vencedor


O vinho branco Quinta do Regueiro Alvarinho 2005 foi o grande vencedor da 1ª Prova Ibérica de vinhos Alvarinhos, realizada em Pontevedra nos dias 22 e 23 de Junho.
Esta inédita prova internacional resultou de uma iniciativa conjunta da revista espanhola SOBREMESA e da portuguesa REVISTA DE VINHOS e realizou-se na sede do Conselho Regulador D.O. Rias Baixas, na cidade galega de Pontevedra.
Estiveram em prova doze vinhos Alvarinhos portugueses da Região dos Vinhos Verdes e outros tantos Albariños produzidos na D. O. Rias Baixas, todos produzidos em exclusivo a partir desta famosa casta branca que atinge a sua maior expressão naquelas regiões do norte de Portugal e Espanha.

Alvarinhos portugueses e espanhóis
Os vinhos em prova foram seleccionados pelas redacções das duas revistas que também escolheram o júri paritário de 12 elementos - seis de cada país, entre jornalistas, somelliers, compradores e outros especialistas - que procederam à avaliação dos vinhos pelo método de «prova cega» (as garrafas são encapsuladas de forma que o provador desconheça o vinho que está a avaliar).
Esta iniciativa contou com o apoio e a colaboração empenhada do Conselho Regulador da D.O. Rias Baixas e será a primeira de uma série de provas a realizar a partir de agora a um ritmo anual, alternadamente num e noutro lado da fronteira delimitada pelo rio Minho. Pretende-se com ela sublinhar perante a opinião pública a relevância extraordinária desta casta branca, bem assim como a magnífica qualidade dos vinhos dela produzidos nos dois países, ao mesmo tempo que se reforçam laços de colaboração e conhecimento mútuo entre produtores e consumidores. Também está na mente dos organizadores a defesa e promoção externa de um património vitivinícola comum num mercado cada vez mais globalizado.
Esta iniciativa decorre de outra experiência similar, já com dois anos de vigência, desenvolvida pelas mesmas revistas mas relativa à prova de vinhos do Douro (e Duero) e que reúne no mesmo espírito os melhores tintos produzidos nas duas regiões vitícolas ao longo do trajecto desse rio comum.

A classificação
No final da prova dos Alvarinhos, retirados os anonimatos das amostras provadas, verificou-se que o vencedor absoluto foi o vinho português Quinta do Regueiro Vinho Verde Alvarinho 2005, produzido por Alzira de Castro Cerdeira Rodrigues, da sub-região de Melgaço, tendo atingido 92 pontos em 100 possíveis.
O vinho vencedor, elaborado pelo enólogo Paulo Cerdeira Rodrigues, filho da proprietária, é obtido a partir das uvas da casta Alvarinho proveniente dos 3 hectares em socalcos que constituem a Quinta do Regueiro, no lugar do Coto, Alvaredo, concelho de Melgaço. Nesta colheita foram produzidas 20.000 garrafas e a marca existe deste 1999.
Em 2º e 3º lugar ficaram outros dois vinhos portugueses e dois espanhóis: o Alvarinho Deu-La-Deu 2005 da Adega Cooperativa de Monção, de Monção e o Alvarinho Touquinheiras 2005, do produtor José Luís Araújo, Melgaço. Nos mesmos lugares, ex-equo, classificaram-se também os Albariños Laxas 2005 e Pazo de Señorans 2005, respectivamente, com 91 e 90 pontos.
Os resultados completos da prova e a apreciação fundamentada de cada uma dos vinhos concorrentes sairão em simultâneo nas edições de Agosto das duas revistas.

Divulgam-se por agora os vinhos classificados nos primeiros 10 lugares:

Class.; Vinhos; País; Pontos

1º; Quinta do Regueiro 2005; Portugal; 92
2º; Deu-la-Deu 2005; Portugal; 91
2º; Laxas 2005; Espanha; 91
3º; Touquinheiras 2005; Portugal; 90
3º; Pazo de Señorans; Espanha; 90
4º; Granbazam Âmbar 2005; Espanha; 89
5º; Fillaboa 2005; Espanha; 88
6º; Martin Codax 2005; Espanha; 87
6º; Albariño de Fefinanes 2005; Espanha; 87
6º; Portal do Fidalgo 2005; Portugal; 87
7º; Solar de Serrade 2005; Portugal; 86
7º; Muros Antigos 2005; Portugal; 86
8º; Pazo de Berrantes 2005; Espanha; 85
9º; O Nogueiral 2005; Portugal; 83
9º; Albariño do Ferreiro 2005; Espanha; 83
10º; Nora 2005; Espanha; 82

O painel da prova de Alvarinhos / Albariños foi formado pelos seguintes provadores:

Portugueses
- João Afonso, jornalista da Revista de Vinhos, autor de guias vinícolas e provador em concursos internacionais
- Luis Antunes, professor universitário, colaborador e membro do painel de prova da Revista de Vinhos
- Aníbal Coutinho, jornalista da revista Evasões, autor de guias de vinhos
- Luís Lopes, jornalista, director da Revista de Vinhos, provador em concurso de vinhos internacionais
- David Lopes Ramos, jornalista do diário Público, crítico gastronómico e de vinhos e colaborador da Revista de Vinhos
- João Paulo Martins, jornalista da Revista de Vinhos, autor de vários guias de vinhos, provador em concursos internacionais

Espanhóis
- Cristino Alvarez, escritor e jornalista de vinhos e gastronomia da Agência EFE e de La Voz de Galicia
- Jaime Bermudez, do Departamento Técnico do clube de vinhos Vinioseleccion, membro do painel de provadores da Sobremesa
- Guillermo Campos, jornalista de vinhos e gastronomia em diversos meios generalistas e especializados
- José Ramón Martinez, jornalista de vinhos e gastronomia, director da revista Sobremesa
- Ernesto Portuondo, jornalista de vinhos e gastronomia, chefe de redacção da revista Sobremesa.
- Kasia Romanska, somellier e comunicadora vínica, membro de painel de prova da Sobremesa.

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Abraços

PBrandão
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pbrandao
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Joined: 01 Apr 2006
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Location: Corroios

PostPosted: Thu Jun 29, 2006 1:14 pm    Post subject: Reply with quote

Um vitória lusa, para animar as hostes, boa notícia em vésperas de mais um jogo do Mundial. Acho que vou acompanhar o Inglaterra-Portugal com Alvarinho e espero que se celebre a vitória. Ou isso, ou afogo a tristeza...
A destacar a vitória, e o segundo lugar com o Deu la Deu, de uma Adega Cooperativa que continua a dar mostras de consistência e qualidade, um exemplo a seguir, num vinho que custa menos de 5€.
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Alentejano



Joined: 26 Apr 2006
Posts: 1361
Location: Vila Viçosa, Alentejo

PostPosted: Thu Jun 29, 2006 2:55 pm    Post subject: Reply with quote

Mas que boa notícia... já dá para escolher uns Albarinos e comparar com os nossos...

Pois temos uma coisa engraçada, os preços... Wink comparar alguns preços é interessante, direi que os Galegos andam todos por cima dos 8€ salvo um ou outro que não me recorde. O engraçado é que conheço mais Albarinos que Alvarinhos mas pronto...

Fico contente por já ter provado o Deu la Deu 2005 Cool

Já agora alguém viu o Soalheiro ? Laughing
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Frexou



Joined: 01 Apr 2006
Posts: 686
Location: Porto

PostPosted: Thu Jun 29, 2006 4:22 pm    Post subject: Reply with quote

Fico muito contente com o desempenho Luso!

Conheço apenas Alvarinhos... principalmente o Touquinheiras e o Solar de Serrade, que bebo com frequência.

Os preços portugueses, como realçou o Alentejano é mais um ponto a favor do nosso lado, pois o Touquinheiras e o Deu-La-Deu andam na casa dos 5/6 euros...

Quanto custa em média o Quinta do Regueiro sabem?

Abraço
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Até à última gota...
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Rui Miguel



Joined: 26 Apr 2006
Posts: 977
Location: Dão, Douro, Alcochete

PostPosted: Fri Jun 30, 2006 9:01 am    Post subject: Reply with quote

Tenho que alterar a minha abordagem aos vinhos verdes e aos alvarinhos. Sinceramente tenho muita dificuldade em comprar estes vinhos. Razz

Uma excelente surpresa para mim, caros amigos, é o Muros Antigos Loureiro 2005, do Anselmo Mendes. Pelo preço que é vendido, a rondar os 5/6€ é uma excelente opção, que vos aconselho! Wink
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João Geirinhas



Joined: 22 May 2006
Posts: 90

PostPosted: Fri Jun 30, 2006 10:21 am    Post subject: Alvarinhos Reply with quote

Por razões que não vêm ao caso, colou-se perante um certo tipo de consumidores uma imagem preconceituosa em relação aos vinhos verdes que é injusta e que não tem relação com a realidade.

Valha a verdade que muita da culpa dessa menos boa imagem pertencem aos próprios agentes da região que ainda hoje persistem em meter no mesmo saco - DOC Vinhos Verdes - produtos que não o mereciam. Nenhuma região vitícola do mundo consegue dizer que 90% do total da sua produção é de qualidade DOC. Mas os VV fazem-no e com isso contribuem para desqualificar o seu próprio vinho.

Mas o VV num bom ano e sobretudo os vinhos feitos a partir da casta Alvarinho e agora também de Loureiro são vinhos brancos de grande qualidade que estão ao nível dos melhores brancos portugueses.

E a colheita de 2005 que agora entra no mercado é talvez a melhor dos últimos 10 anos. Aliado ao preço médio destes melhores vinhos, estamos perante uma relação qualidade-preço absolutamente excepcional que seia uma pena não ser convenientemente aproveitada pelos consumidores.

PS: Para quem diz que não gosta de Vinhos Verdes porque está à espera de encontrar bolinhas e docinho, faça uma prova cega de bons brancos com alguns alvarinhos lá metidos no meio e no fim tente dizer quais eram os verdes e quais não eram. Vão ter uma surpresa.

JG
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Rui Miguel



Joined: 26 Apr 2006
Posts: 977
Location: Dão, Douro, Alcochete

PostPosted: Fri Jun 30, 2006 10:26 am    Post subject: Reply with quote

Caro João Geirinhas, tem toda a razão no que diz e pessoalmente assumo tenho muitas dificuldades em pegar nos verdes.

Acredite que luto com muita insistência para mudar esta postura! Rolling Eyes
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jms



Joined: 29 Apr 2006
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Location: Maia

PostPosted: Fri Jun 30, 2006 11:41 am    Post subject: Reply with quote

Dando seguimento a um assunto a que tenho dado a minha atenção, seja pelo enfoque dado pelo João Geirinhas (com que concordo) seja pelo facto de termos a originalidade de em Portugal termos um tipo de vinho a mais - tinto, branco, rosé e "verdes", por oposição a "maduros" - com prejuízo para os vinhos da Região dos Vinhos Verdes - seja pela acidez e/ou sulfuroso a mais e consequentes dores de estômago e/ou de cabeça supervenientes, parece-me que vem a propósito uma experiência tida na Trago.

É melhor uma experiência do que uma mera opinião. Tive há dias uma prova de vinhos, em que estavam previstos dois vinhos brancos, um Verde e outro Regional Minho, da Quinta de San Joanne. O primeiro era de 2005 e o segundo, o Escolha, de 2003. Já conhecia o Escolha e tenho-o na conta de um muito bom branco. Não conhecia o Verde 2005 e gostei.

O que quero aqui trazer, para juntar ao debate e tentar contribuir para acabar com o gueto dos Vinhos Verdes, é que o produtor, o Eng. João Pedro Araújo, quis fazer uma surpresa, pensei eu que iria dar a provar o seu espumante, mas enganei-me: deu a provar o Quinta de San Joanne Verde Branco 2003. Que dizer da prova? O vinho, supostamente para beber em 2004, estava tão bom como o 2005, isto é, leve fresco, aromas frutados, com acidez qb e um bom fim de boca. Juntava-lhe, melhorando-o, uma boca mais redonda e um nariz com algo que lembrava a querosene do riesling. O fim de boca era mais prolongado.

Quem é que estaria (estará) disposto a comprar este vinho? E no entanto...
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Ser gourmet é uma aprendizagem contínua.
jorge saraiva
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goncas



Joined: 28 Apr 2006
Posts: 323
Location: Carcavelos

PostPosted: Fri Jun 30, 2006 1:25 pm    Post subject: Reply with quote

jms wrote:
O que quero aqui trazer, para juntar ao debate e tentar contribuir para acabar com o gueto dos Vinhos Verdes, é que o produtor, o Eng. João Pedro Araújo, quis fazer uma surpresa, pensei eu que iria dar a provar o seu espumante, mas enganei-me: deu a provar o Quinta de San Joanne Verde Branco 2003. Que dizer da prova? O vinho, supostamente para beber em 2004, estava tão bom como o 2005, isto é, leve fresco, aromas frutados, com acidez qb e um bom fim de boca. Juntava-lhe, melhorando-o, uma boca mais redonda e um nariz com algo que lembrava a querosene do riesling. O fim de boca era mais prolongado.

Quem é que estaria (estará) disposto a comprar este vinho? E no entanto...


Viva,

Eu também era dos tais que não dava muito valor ao Alvarinho. Normalmente só se encontra a última colheita (do ano anterior) e considerava os vinhos demasiado acídulos e "nervosos" na boca.

À conta de não consumir regularmente vinho verde e alvarinho, fiquei com algumas garrafas (Soalheiro e Muros de Melgaço) de um ano para o outro na garrafeira.
Acabei por as beber 2 e 3 anos depois da data da colheita e mudar de opinião.

Actualmente, partilho da opinião expressa pelo jms. Dando tempo ao Alvarinho, o vinho mantém a intensidade da fruta e fica mais macio na boca, mantendo a frescura. "Ganha asas" para acompanhar outros pratos para além do marisco.
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Saudações enófilas

Nuno Gonçalves
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jms



Joined: 29 Apr 2006
Posts: 241
Location: Maia

PostPosted: Fri Jun 30, 2006 3:33 pm    Post subject: Reply with quote

goncas wrote:
(...)Actualmente, partilho da opinião expressa pelo jms. Dando tempo ao Alvarinho, o vinho mantém a intensidade da fruta e fica mais macio na boca, mantendo a frescura. "Ganha asas" para acompanhar outros pratos para além do marisco.


Na minha intervenção anterior não me queria referir apenas ao Alvarinho, caro goncas, mas também. Sobre o alvarinho, casta , posso dizer que já há uns anos me apercebi que era a única casta de vinhos portugueses sobre a qual não me questionava se valeria a pena ser bebida estreme! Convém não esquecer que temos a tradição, própria de grande parte das regiões do Velho Mundo, que é fazer vinhos de lote. O Alvarinho é, na minha modesta opinião, uma das melhores castas portuguesas. Brancas e tintas.

Mas nós temos culpa em desvalorizar os vinhos da Região dos Vinhos Verdes: ainda há umas semanas dei a provar um Alvarinho a um cliente francês e ele antes de provar já me estava a dizer que gostava muito de brancos, mas verdes não gostava, eram muito ácidos, Depois fez o favor de provar e não disse mais nada. O preconceito venceu.

Eu estava a falar dos Vinhos Verdes brancos em geral. O Qta. de San Joanne a que me referi é proveniente da zona de Amarante e das castas são Arinto (Pedernã) e Avesso. E ele aguentou 3 anos e não estava a dar sinais de fraquejar! O que eu digo é que os vinhos da Região dos Vinhos Verdes devem ser apreciados e apresentados como qualquer outro vinho, com as suas particularidades, é evidente, mas nunca como pertencendo a uma qualquer categoria à parte dos "maduros". Basta pensarmos nos espanhóis, do outro lado do Rio Minho, mais a Norte, com a D. O. Rias Baixas em que os seus vinhpos brancos, sejam Albariños ou Ribeiros não são apresentados por oposição aos outros vinhos espanhóis. São vinhos!
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jorge saraiva
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goncas



Joined: 28 Apr 2006
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PostPosted: Mon Jul 03, 2006 1:21 pm    Post subject: Reply with quote

jms wrote:
Na minha intervenção anterior não me queria referir apenas ao Alvarinho, caro goncas, mas também. !


jms wrote:
Eu estava a falar dos Vinhos Verdes brancos em geral.


Caro jms,

Em relação ao alvarinho estou convencido que vale a pena “esperar” pelo vinho. Em relação a outros vinhos verdes o único exemplo que me agradou foi o Q. Ameal Loureiro Escolha” de 2003 que abri este ano em Abril e estava muito bom.

Para além do Q. San Joanne, podes indicar outro VV que valha a pena guardar para beber mais tarde?

Obrigado,
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Saudações enófilas

Nuno Gonçalves
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jms



Joined: 29 Apr 2006
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PostPosted: Tue Jul 04, 2006 6:08 pm    Post subject: Reply with quote

O que eu pretendo dizer é que a região dos Vinhos Verdes tem as suas particularidades próprias que lhe dão razão de existir, mas que tem condições para produzir, tal como qualquer outra região portuguesa, vinhos brancos, tintos ou rozés para durarem mais que o Verão a seguir à vindima.

Assim de repente estou a lembrar-me dos vinhos, classificados como Regional Minho, da Covela (brancos, tintos e rosé) e Encostas d'Arêgos (neste caso só brancos, com e sem madeira).
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jorge saraiva
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goncas



Joined: 28 Apr 2006
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PostPosted: Thu Jul 06, 2006 8:21 am    Post subject: Reply with quote

jms wrote:

Assim de repente estou a lembrar-me dos vinhos, classificados como Regional Minho, da Covela (brancos, tintos e rosé) e Encostas d'Arêgos (neste caso só brancos, com e sem madeira).



Caro jms,

Muito obrigado pelas dicas. Nunca provei o Encostas d'Arêgos, vou ver se o encontro aqui por Lisboa.
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Saudações enófilas

Nuno Gonçalves
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pbrandao
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PostPosted: Fri Jul 14, 2006 9:42 am    Post subject: Reply with quote

Ainda relativo a Alvarinhos, uma dúvida me surgiu nestes dias, enquanto andava de volta de um Soalheiro e de um Deu la Deu 2005. O vinho mais caro, o Palácio da Brejoeira, nunca aparece em provas, nem me recordo se é provado pelas revistas. Porque será? Não manda amostras? Porquê?
É verdade que pelo preço que pedem, e com a concorrência que tem, não me sinto tentado a comprar, mas se fosse provado por especialistas e com diferença de qualidade dos restantes, talvez fosse um estímulo para os consumidores.
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Abraços

PBrandão
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Alentejano



Joined: 26 Apr 2006
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PostPosted: Fri Jul 14, 2006 2:20 pm    Post subject: Reply with quote

Pelo que sei não enviam amostras... política da casa.
Mas com esta política também temos outros produtores... nas provas cegas de vinhos do Douro quantas vezes aparece o Barca Velha , ou nas do Alentejo quantas vezes aparece o Pera Manca ?

Estatuto, fama, poder e glória... tudo coisa que certos vinhos têm faz muito e que não lhes faz falta entrarem numa prova para mostrarem que existem ou que tem qualidade... quer dizer isto da qualidade é que por vezes falha Rolling Eyes
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